sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Salários dos pastores da igreja de Silas Malafaia, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, vai de R$ 3.000, para iniciantes, a R$ 20.000.

Silas Malafaia, 53, informou que o salário dos pastores de sua igreja, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, vai de R$ 3.000, para iniciantes, a R$ 20.000, com benefícios que incluem casa mobiliada, escola para filhos e plano de saúde. Pastores com experiência têm direito a carro do ano.

É a primeira vez que um líder religioso neopentecostal revelou o salário dos pastores. Na falta de maiores informações, os valores citados por Malafaia podem ser tomados como referência do mercado de salários dos pregadores da Bíblia.

As perspectivas desses profissionais são as melhores possíveis, considerando que não precisam ter formação universitária. Um professor de ensino médio não ganha tanto, nem sequer um médico em início de carreira, por exemplo.

“Mas é preciso saber ler a Bíblia, pregar, explicar”, disse Malafaia à jornalista Daniela Pinheiro, que escreveu para a revista Piauí de setembro reportagem sobre o pastor. “Não adianta o cara [candidato a pastor] vir com chorumela”, avisou Malafaia.

Na semana passada, a BBC Brasil informou que os pastores mais habilidosos estão sendo disputados pelas igrejas neopentecostais. Está se tornando cada vez mais comum um pastor mudar de igreja para ganhar mais, a exemplo do que ocorre em outras atividades.

A valorização desses profissionais se deve a um conjunto de fatores: o bom desempenho da economia brasileira, o fortalecimento do poder aquisitivo das classes C e D (onde há proporcionalmente mais evangélicos) e a disputa cada vez mais acirrada entre as igrejas evangélicas pelo mercado de fiéis.

O número de vagas é crescente e faltam profissionais. A procura por bons profissionais supera a oferta.

Malafaia informou que vai abrir 250 igrejas nos próximos cinco anos. Considerando que cada templo necessita no mínimo de dois pastores, a Vitória de Cristo vai precisar de pelo menos 500 profissionais. Atualmente, a subdenominação tem cerca de 100 templos.

É aconselhável que os candidatos a pastor saibam o inglês ou outro idioma, porque as igrejas neopentecostais vão continuar se expandindo exterior, em ritmo cada vez mais acelerado. A Igreja Universal, por exemplo, já se encontra em 110 países, onde o "negócio" é administrado, na maioria dos casos, por brasileiros, tidos como os de "mais confiança" em relação aos pastores "nativos".

A Universal tem mais filiais no exterior do que qualquer multinacional brasileira, registrou a BBC. Em Londres, o esforço agora da denominação é cativar os ingleses, não só, portanto, os brasileiros lá radicados.

A Igreja Mundial segue o caminho da Universal. Além de ter um forte crescimento no Brasil, a igreja de Valdemiro Santiago se expande sobretudo na África. Pouco se sabe da Igreja Internacional da Graça, do discreto R.R. Soares, mas seus planos também são expansionistas.

Na Universal, o pastor tem de cumprir meta de arrecadação de dízimo, como qualquer vendedor de apólice de seguro ou do comércio atacadista, por exemplo. Há prêmios, como viagem a Jerusalém, àqueles que obtêm os melhores resultados.

Além de bom salário, os pastores sempre têm a possibilidade de abrir “o próprio negócio” sem praticamente nenhum investimento. Para registrar uma igreja e começar a pregar e colher dízimo, desfrutando de isenção de impostos, basta R$ 500, no máximo, sem contar o aluguel de um salão.

Fonte: Paulopes com informação da revista Piauí

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


INTRODUÇÃO

As obras de dogmática ou de Teologia Sistemática geralmente começam com a Doutrina de Deus. Há boas razões para começar com a Doutrina de Deus, se partirmos da admissão de que a Teologia é o conhecimento sistematizado de Deus de quem, por meio de quem, e para quem são todas as coisas. Em vez de surpreender-nos de que a dogmática começa a Doutrina de Deus, bem poderíamos esperar que fosse completamente um estudo de Deus, em todas as suas ramificações do começo ao fim. Iniciamos o estudo de Teologia com duas pressuposições, a saber (1) Que Deus existe ; (2) Que Ele se revelou em Sua Palavra Divina.· Prova BÍBLICA da existência de Deus.Para nós a existência de Deus é a grande pressuposição da teologia, não há sentido em falar-se do conhecimento de Deus, senão se admite que Deus existe. Embora a verdade da existência de Deus seja aceita pela fé, esta fé se baseia numa informação confiável. O Cristão aceita a verdade da existência de Deus pela fé. Mas esta fé não é uma fé cega, mas fé baseada em provas,e as provas se acham, primariamente, na Escritura como a Palavra de Deus inspirada,e, secundariamente, na revelação de Deus na natureza. Nesse sentido a BÍBLIA não prova a existência de Deus. O que mais se aproxima de uma declaração talvez seja o que lemos em Hebreus 11:6: A BÍBLIA pressupõe a existência de Deus em sua declaração inicial, No principio criou Deus os céus e a Terra.  Vê-se Deus em quase todas as páginas da Escritura Sagrada em que Ele se revela em palavras e atos. Esta revelação de Deus constitui a base da nossa fé na existência de Deus,e a torna uma fé inteiramente razoável. Deve-se, notar, que é somente pela fé que aceitamos a revelação de Deus e que obtemos uma real compreensão do seu conteúdo. Disse Jesus, Se alguém quiser fazer a vontade dele conhecer· a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo (Jô 7:17). É estes conhecimentos intensivos, resultantes da intima comunhão com Deus, que Oséias tem em mente quando diz, Conheçamos,e prossigamos em conhecer ao Senhor, (Oséias 6:3). O incrédulo não tem nenhuma real compreensão da Palavra de Deus. As Palavras de Paulo são muito pertinentes nesta conexão: Onde está o sábio ?Onde o escriba ? Onde o inquiridor deste século ? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria do mundo ? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem, pela loucura da pregação (1 Co 1:20,21).

I. Relação do Ser e dos Atributos de Deus. O Ser de Deus. É evidente que o Ser de Deus não admite nenhuma definição cientifica. Uma definição Genético-sintética assim, não se pode dar de Deus, visto que Deus não é um dentre várias espécies de deuses, que pudesse ser classificado sob um gênero único. No máximo, só é possível uma definição analítico-descritiva. Esta simplesmente menciona as características de uma pessoa ou coisa, mas deixa sem explicação o ser essencial. E mesmo uma definição dessas não pode ser completa, mas apenas parcial, porque é impossível dar uma descrição de Deus positiva exaustiva. (Como oposta a uma negativa). A BÍBLIA nunca opera com um conceito abstrato de Deus, mas sempre O descreve como o Deus vivente, que entra em várias relações com as suas criaturas, relações que indicam vários atributos diferentes. Sua essência em (Pv 8:14), a natureza de Deus em (2 Pe 1:4). Outra passagem repetidamente citada como contendo uma indicação da essência de Deus, e como a que mais se aproxima de uma definição na BÍBLIA È (Jo 4:2) Deus È espírito, e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. O ser de Deus é caracterizado por profundidade, plenitude, variedade, e uma glória que excede nossa compreensão e a BÍBLIA apresentam isto como um todo glorioso e harmonioso, sem nenhuma contradição inerente. E esta plenitude de Deus acha expressão nas perfeições de Deus, e não doutra maneira. Da simplicidade de Deus segue-se que Deus e Seus atributos são um. Comumente se dizem Teologias que os atributos de Deus são o próprio Deus, como Ele se revelou a nós. Os escolásticos acentuavam o fato de que Deus È tudo quanto Ele tem. Ele tem vida, luz, sabedoria, amor, justiça, e se pode dizer com base na Escritura que Ele È vida,luz, sabedoria, amor, justiça. Os escolásticos afirmavam ademais,que toda a essência de Deus È idêntica a cada um dos atributos, de modo que o conhecimento de Deus, È Deus, a vontade de Deus, È Deus, e assim por diante alguns deles chegaram mesmo a dizer que cada atributo È idêntico a cada um dos demais atributos, e que não existem distinções lógicas em Deus.II. Atributos de Deus

1. Atributos Incomunicáveis- Salientam o Ser absoluto de Deus. Considerando absoluto como aquilo que é livre de todas as condições (ou Incondicionado ou Auto-existente), de todas as relações (o Irrelacionado), de todas as imperfeições (o Perfeito), ou livre de todas as diferenças ou distinções fenomenológicas, como matéria e espírito,ser e atributos, sujeito e objeto, aparência e realidade (O real, a realidade última).

A. A existência Autônoma de Deus como o Ser auto-existente e independente que Deus pode dar a certeza de que permanecer· eternamente o mesmo, com relação ao seu povo. Encontram-se indicações adicionais disso na afirmação presente em (Jo 5:26). Na declaração de que ele é independente de todas as coisas e que todas as coisas só existem por meio dele (Sl 94:8s.; Is 40:18 s.; At 7:25) e nas afirmações que implicam que Ele é independente em seu pensamento (Rm 11:33,34) em sua vontade (Dn 4:35 ; Rm 9:19; Ef 1:5 ; Ap 4:11) em seu poder (Sl 115:3, e em seu conselho (Sl 33:11).

B. A Imutabilidade de Deus. Em virtude deste atributo, Ele È exaltado acima de tudo quanto há, e é imune de todo acréscimo ou diminuição e de todo desenvolvimento ou diminuição e de todo desenvolvimento ou decadência em seu ser e em suas perfeições.A imutabilidade de Deus é claramente ensinada em passagens da Escritura com (Ex 3:14 ; Sl 102:26-28 ; Is 41:4)); (48:12; Ml 3:6 ; Rm 1:23, Hb 1:11,12 ; Tg 1:17).

C.A infinidade de Deus. 1) Sua perfeição absoluta - O poder infinito não é um quantum absoluto, mas, sim, um potencial inexaurível de energia, e a santidade infinita não é um quantum
ilimitado de santidade, mas, sim, uma santidade qualitativamente livre de toda limitação ou defeito. A prova bíblica disto acha-se em (Jó 11:7 - 10 ; Sl 145 : 3 ; Mt 5:48). 2) Sua eternidade- A infinidade de Deus em relação ao tempo é denominada eternidade- Sua eternidade. A forma em que a BÍBLIA apresenta a eternidade de Deus está nas passagens bíblicas de (Sl 90:2 ;102,12 ; Ef 3:21).3) Sua imensidade - A infinidade de Deus também pode ser vista com referência ao espaço, sendo, então, denominada imensidade. Em certo sentido, os termos imensidade e onipresença, como são aplicados a Deus, denotam a mesma coisa e, portanto, podem ser considerados sinônimos. A onipresença de Deus é revelada claramente na Escritura (1 Rs 8:27 ; Is 66:1 ; At 7:48,49 ; Sl 139:7-10 ; Jr 3:23,24 ; At 17:27,28).

D. A unidade De Deus. 1) Unitas Singularitatis - este atributo salienta a unidade e a unicidade de Deus, o fato de que Ele é numericamente um e que, como tal, Ele é único. Provas BÍBLICAS comprovam com passagens de texto em (1 Rs 8:60 ; 1 Co 8:6 ;1 Tm 2:5). Outras passagens salientam, não a unidade, mas a sua unicidade (Dt 6:4, Zc 14:9, x 15:11). 2) Unitas Simplicitatis - quando falamos da simplicidade de Deus, empregamos o termo para descrever o estado ou qualidade que consiste em ser simples, a condição de estar livre de divisão em partes e, portanto, de composição. A perfeição agora em foco expressa a unidade interior e qualitativa do ser divino. A escritura não a afirma explicitamente, mas ela está implícita onde a BÍBLIA fala de Deus como justiça, verdade, sabedoria, luz, vida, amor, etc. E, assim, indica que cada uma destas propriedades, devido a sua perfeição absoluta, é idêntica ao seu ser.

2. Atributos Comunicáveis - nos atributos comunicáveis que Deus se posiciona como Ser morais, conscientes, inteligentes e livres, como Ser pessoal normal elevado sentido da palavra.

A. A Espiritualidade De Deus -A BÍBLIA não nos dá uma definição de Deus. O que mais se aproxima disso é a palavra dita por Jesus á mulher samaritana: Deus È espírito, (Jo 4:24). Trata-se, ao menos, de uma declaração que visa dizer-nos numa única palavra o que Deus é. A idéia de espiritualidade exclui necessariamente a atribuição de qualquer coisa semelhante a corporalidade a Deus e, assim condena as fantasias de alguns dos antigos gnósticos e dos místicos medievais, e de todos os sectários dos nossos dias que atribuem o corpo a Deus. Atribuindo espiritualidade a Deus, podemos afirmar que Ele não tem nenhuma das propriedades pertencentes á matéria, e que os sentidos corporais não O podem discernir. Paulo fala dele como o Rei eterno, imortal, invisível (1 Tm 1:17), e como o Rei dos reis e Senhor dos senhores ; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A Ele honra e poder eterno. Amém. (1 Tm 6:15,16).

3. Atributos Intelectuais - 1) O conhecimento de Deus - Podem-se definir o conhecimento de Deus como a perfeição de Deus pela qual Ele, de maneira inteiramente única, conhece-se a Si próprio e a todas as coisas possíveis e reais num só ato eterno e simples. A BÍBLIA atesta abundantemente o conhecimento, como por exemplo, em (1 Sm 2:3 ; Jó 12:13 ; Sl 94:9 ; 147:4 ; Is 29:15 ; 40:27,28).A)Sua Natureza - … conhecimento caracterizado por perfeição absoluta. … inato e imediato, e não resulta de observação ou de um processo de raciocínio. O conhecimento que Deus tem de Si mesmo e de todas as coisas possíveis, um conhecimento que repousa na consciência de Sua onipotência. … chamado necessário porque não é determinado por uma ação da vontade divina. Também é conhecido como conhecimento de simples inteligência, em vista do fato de que é pura e simplesmente um ato do intelecto divino, sem nenhuma ação concomitante da vontade divina. O livre conhecimento de Deus, È aquele que ele tem de todas as coisas reais, isto È, das coisas que existiram no passado, que existem no presente ou que existirão no futuro. Fundamenta-se no conhecimento infinito que Deus tem do seu propósito eterno, totalmente abrangente e imutável e é chamado livre conhecimento porque é determinado por um ato concomitante da vontade. B) Sua Extensão - O conhecimento de Deus não é perfeito somente em sua natureza, mas também em sua abrangência. É chamada onisciência, porque é absolutamente compreensivo. Diversas passagens da Escritura ensinam claramente a onisciência de Deus. Ele é perfeito em conhecimento, (Jó 37:16), não olha para a aparência exterior, mas para o coração,(1 Sm 16:7 ; 1 Cr 28:9,17 ; Sl 139:1-4; Jr 17:10),observa os caminhos dos homens, (Dt 2:7 ; Jô 23:10; 24:23; 31:4 ; Sl 1:6; 119 :168), conhece o lugar da sua habitação (Sl 33:13), e os dias da sua vida (Sl 37:18). A escritura ensina a presciência divina de eventos contingentes (1 Sm 23:10-13 ; 2Rs 13:19 ; Sl 81:14,15; Is 42:9; 48:18; Jr 2:2,3;38:17-20: Ez 3:6 ; Mt 11:21). (2) A Sabedoria de Deus - Pode-se considerar a sabedoria de Deus como um aspecto do Seu conhecimento. O conhecimento é adquirido pelo estudo, mas a sabedoria resulta de uma compreensão intuitiva das coisas. A Escritura refere-se à sabedoria de Deus em muitas passagens, e até a apresenta como personificada em Provérbios 8. Vê-se esta sabedoria particularmente na criação (Sl 19: 1-7 ; 104 : 1-34), na providência (Sl 33:10,11; Rm 8:28) e na redenção (Rm 11:33; 1 Co 2:7 ; Ef 3:10). 3) A veracidade de Deus - Quando se diz que Deus é a verdade, esta deve ser entendida, em seu sentido amis abrangente. Primeiramente ele é a verdade num sentido metafísico, isto È, nele a idéia da Divindade se concretiza perfeitamente; Ele é tudo que como Deus deveria ser e, como tal, distingui-se de todos os deuses, assim chamados, os quais são chamados Ídolos, nulidades e mentiras (Sl 96:5 ;97:7; 115: 4-8 ; Is 44: 9,10). Ele È também a verdade num sentido Ético e, com tal, revela-se como realmente é, de modo que a sua revelação é absolutamente confiável (Nm 23:19 ; Rm 3:4 ; Hb6:18). Finalmente, Ele é também a verdade num sentido lógico e,em virtude disto, conhece as coisas como realmente são, e constitui de tal modo a mente do homem que este pode conhecer, não apenas a aparência, mas também a realidade das coisas. A escritura È muito enfática em suas referências a Deus como a verdade (Ex 34:6 ; Nm 23:19 ; Dt 32:4 ; Sl 25:10; 31:6 ; Is 65:16 ; Jr 10:8,10,11 ;Jo 14:6 ; 17:3 ; Tt 1:2 ; Hb 6:18 ; 1 Jo 5:20,21).

4. Atributos Morais - 1- a) A Bondade de Deus - (Mc10:18 ; Lc 18:18,19; Sl 36:9 ; Sl 145:9,15,16; Sl). (36:6 ; 104:21 ; Mt 5:45; 6:26; Lc 6:35; At 14:17).b) O Amor de Deus (Jo 3:16 ; Mt 5:44; 45 ; Jó 16:27 ; Rm 5:8 ; 1 Jo 3:1).c) A graça de Deus – Segundo a Escritura, é manifestada não só por Deus,mas também pelos homens, caso em que denota o favor de um homem a outro (Gn 33:8,10,18 ; 39:4;47:25 ; Rt 2:2; 1 Sm 1:18; 16:22). (Lemos em Ef1:6,7; 2:7-9 ; Tt 2:11 ; 3:4-7 ; Is 26:10 ; Jr 16:13 ;Rm 3:24; 2 Co 8:9 ; At 14:3; At 18:27; Ef 2:8 ; Rm3:24 ; 4:16; Tt 3:7 ; Jo 1:16 ; 2 Co 8:9 ; 2 Ts 2:16 ;Ef 2:8 ; e Tt 2:11).d) A misericórdia de Deus – pode se definir a misericórdia divina como a bondade ou amor de Deus e mostrado para com os que se acham na miséria ou na desgraça, independentemente dos seus méritos. (DT 5:10 ; Sl 57:10; 86:5; 1 Cr 16:34; 2 Cr 7:6 ; Sl 136 ; Ed 3:11; 1 Tm 1:2 ;2 Tm 1;1 ; Tt 1;4 ; x 20:2 ; Dt 7:9 ; Sl 86:5 ; Lc1:50 ; Sl 145;9 ; Ez 18:23,32; 33:11; Lc 6:35,36). 2- A Santidade de Deus - Sua idéia fundamental é a de uma posição ou relação existente entre Deus e uma pessoa ou coisa.(EX 15:11 ; 1 Sm 2:2 ; Is 57:15 ; Os 11:9 ; JÛ 34:10 ; At 3:14 ; Jo 17:11 ; 1Pe 1:16 ; Ap 4:8 ; 6:10). 3 - A Justiça de Deus – A idéia fundamental de Justiça é a de estrito apego à lei. Geralmente se faz distinção entre a justiça absoluta de Deus e a relativa. Aquela È a retidão da natureza divina, em virtude da qual Deus È infinitamente reto em Si mesmo, enquanto que esta é a perfeição de Deus pela qual Ele se mantém contra toda violação da Sua Santidade e mostra, em tudo e por tudo, que Ele é o Santo. (Ed 9:15; Sl 119:137 ; 145:137; 145:17; Jr 12:1 ; Dn 9:14; Jô 17:25 ; 2 Tm 4:8 ; 1 Jo 2:29 ; 3:7 ; Ap 16:5 ; Dt4:8 ; Is 3:10,11; Rm 2:6; 1 Pe 1:17 ; Dt 7:9,12,13 ;2 Cr 6:15 ; Sl 58:11 ; Mq 7:20 ; Mt 25;21,34 ; Rm 2:7 ; Hb 11:26 ; Lc 17:10 ; 1 Co 4:7; Rm 1:32 ; 2:9; 12:19 ; 2 Ts 1:8 ; Lc 17:10,1 ; 1 Co 4:7 ; Jó 41:11).

5. Atributos de Soberania - A soberania de Deus recebe forte ênfase na Escritura. Ele é apresentado como o Criador, e Sua vontade como a causa de todas as coisas. Em virtude de sua obra criadora, o céu, a terra e tudo o que eles contêm lhe pertencem.Ele está revestido de autoridade absoluta sobre as hostes celestiais e sobre os moradores da terra. (As provas bíblicas da soberania de Deus são abundantes mas aqui nos limitaremos a referirmos a algumas das passagens mais significativas Cr 20:6 ; Ne 9:6 ; Sl 22:28 ; 47: 2,3,7,8 ; Sl 50:10-12 ; 95:3-5 ; 115 :3 ; 135 : 5,6 ; 145:11 -13 ; Jr 27:5 ; Lc 1:53 ; At 17:24-26; Ap 19:6).

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Ao mesmo tempo em que número de evangélicos no Brasil cresce, a obra missionária segue de forma bem mais lenta do que deveria.

O acelerado crescimento numérico dos evangélicos no Brasil que já alcança 20,23% da população poderia ser um indício de que o País pode se tornar uma potência nas obras missionárias em todo o mundo, mas a realidade é que a obra missionária segue de forma bem mais lenta do que deveria.

Apesar do conhecimento cada vez mais difundido das demandas missionárias levando à comoção e decisões pessoais, o trabalho é deixado em mãos de missionários de carreira e agências especializadas.

De acordo com o pastor José Crispim Santos, promotor setorial da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira (CBB), a igreja brasileira está bem inteirada acerca dos desafios missionários da atualidade, mas as ações ainda não são suficientes para o tamanho deles.

“Há muitas agências missionárias divulgando o tempo todo, além da mídia que noticia fatos que demonstram o sofrimento humano, físico e espiritual ao redor do planeta. Nossa avaliação é que, diante deste cenário de grande carência espiritual, a Igreja tem dado sua contribuição – entretanto, isso é insuficiente, quando a missão é, de fato, tornar Cristo conhecido em toda a Terra”, disse Santos à revista Cristianismo Hoje.

Mas a s lideranças cristãs continuam apostando no potencial do povo brasileiro. Devido à boa receptividade em todos os países, particularmente de religião islâmica e hindu. A análise é do diretor executivo das Missões Mundiais (JMM), pastor João Marcos Barreto Soares.

Simpatia e espontaneidade são as características apontadas que fazem os brasileiros serem bem recebidos em várias partes do mundo, e o crescimento numérico acelerado dos evangélicos não é tão relevante diante desse aspecto.

O pastor Soares também questiona o potencial dos brasileiros: “estamos preparados para isso? Temos feito tudo que podemos?” Ele lembra, fazendo alguns cálculos de acordo com o número oficial de evangélicos batistas, de que as ofertas destinadas a missões mundiais e nacionais alcançaram um montante considerável, mas se dividido pelo número de crentes, o resultado é desanimador. São 66 centavos por semana destinados à obra missionária.

Outro aspecto destacado pelo diretor executivo da JMM é o número de missionários “per capta” – cerca de uma para cada 10 mil batistas brasileiros. E questiona: “Será que temos nos esquecido de que há mais de 4 bilhões de pessoas que nunca ouviram falar de Cristo, que há pelo menos 2.200 povos que não conhecem a Palavra de Deus?”

A responsabilidade dos brasileiros também é lembrada pelo missionário da JMM no sul da Asia Gabriel Azam, que administra uma agência missionária com cerca de 100 obreiros. Ele cita o crescimento do islamismo no mundo e diz que os brasileiros tem a responsabilidade de alcançar os adeptos do Islã. “Para esse grupo Deus separou o Brasil. Os muçulmanos não são receptivos aos americanos e aos ingleses, mas com relação aos brasileiros, todas as nações são amistosas. Isso não é um acidente. Deus preparou tudo isso”, conclui.

O missionário conclama para que a igreja brasileira assuma a responsabilidade de levar o Evangelho. “Precisamos admitir que é um pecado não levar o Evangelho aos muçulmanos – pelo uma vez na vida eles precisam ouvir”.

A presença missionária brasileira atualmente chega a 2300 missionários no exterior atuando em 50 países. Só a Junta de Missões Mundiais enviou 612 obreiros, distribuídos entre Europa, áfrica ocidental e sul, norte da áfrica, ásia e Oriente Médio a América Latina.

Fonte: The Christian Post

terça-feira, 2 de agosto de 2011


domingo, 31 de julho de 2011


A COVARDIA
pergunta: -Isso é SEGURO?
O OPORTUNISTA
pergunta: -Isso é POLITICAMENTE CORRETO?
A VAIDADE
pergunta: -Isso é POPULAR?
Mas a CONSCIÊNCIA
perguntará sempre: -Isso é o CERTO?
E, chega, finalmente, um momento em que se deve tomar uma posição que não seja nem SEGURA, nem POLITICAMENTE CORRETA, nem POPULAR.
Mas que deve ser tomada porque é CERTA.

O QUE ME ASSUSTA NÃO É O BARULHO DOS MAUS, O QUE ME ASSUSTA É O SILÊNCIO DOS BONS     

Pastor Dr Martin Luther King.

quarta-feira, 27 de julho de 2011


“E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos guiarão com conhecimento e discernimento” Jeremias 3.15


INTRODUÇÃO1. A vocação para o pastorado é a mais sublime das todas as vocações. John Jowett no seu livro “O pregador, sua vida e sua obra” diz que vocação é quando todas as outras portas estão abertas, mas você só anseia entrar pela porta do ministério. São algemas invisíveis.
2. Deus chama pessoas diferentes, em circunstâncias diferentes, em idades diferentes para o ministério. Chamou Jeremias no ventre da mãe. Chamou Isaías num momento de crise nacional. Chamou Pedro depois de casado. Chamou Paulo quando este perseguia a igreja.
3. O texto em apreço nos fala que Deus é quem dá pastores à igreja. O pastor não é um voluntário, mas um chamado. O seu ministério não é procurado, é recebido. Sua vocação não é terrena, é celestial. Sua motivação não está em vantagens humanas, mas em cumprir o propósito divino.
4. Vejamos algumas lições desse texto:



I. É DEUS QUEM DÁ PASTORES À SUA IGREJA – V. 151. A escolha divina não é fundamentada no mérito, mas na graça
• Jeremias era uma criança quando foi chamado. Ele não sabia falar. Foi Deus quem colocou sua Palavra em sua boca. Jonas era um homem que tinha dificuldade em perdoar os inimigos, e Deus o chamou e o enviou a fazer a sua obra, mas contra sua vontade. Paulo se considerava o o menor dos apóstolos, o menor dos santos, o maior dos pecadores, mas Deus o colocou no lugar de maior honra na história da igreja.
• Nossa escolha para o serviço e para a salvação não é fundamentada em méritos, mas na graça.
2. É Deus quem coloca os membros no corpo, como lhe apraz
• Todos os salvos têm dons e ministérios no corpo, mas nem todos são chamados para serem pastores. Não somos nós quem decidimos, mas Deus. Quem é chamado para este sublime mister não poder orgulhar-se, porque nada temos que não tenhamos recebido.



II. DEUS DÁ PASTORES À SUA IGREJA – V. 151. Deus não apenas chama, mas especifica a missão
• O que é um pastor? O que significa pastorear?
a) Pastorear é alimentar o rebanho de Deus com a Palavra de Deus - Não nos cabe prover o alimento, mas oferecer o alimento. O alimento é a Palavra. Reter a Palavra ao povo de Deus é um grave pecado.
b) Pastorear é proteger o rebanho de Deus dos lobos vorazes – Jesus alertou para o fato do inimigo introduzir os filhos do maligno no meio do seu povo, se a igreja estiver dormindo. Paulo alertou para o fato dos pastores estarem vigilantes para que os lobos vorazes não penetrem no meio do rebanho.
c) Pastorear é gostar do cheiro de ovelha – A missão do pastor é apascentar. O pastor é alguém que convive com ovelha. Está perto. Leva para os pastos verdes as famintas, às águas tranquilas as sedentas, atravessa os vales escuros dando segurança à ovelha, que está insegura carrega a fraca no colo, resgata a que caiu no abismo, disciplina aquela que põe em risco a vida do rebanho.



III. DEUS DÁ PASTORES SEGUNDO O SEU CORAÇÃO – V. 151. Deus dá pastores à igreja segundo o seu coração
a) Qual é o perfil de um pastor segundo o coração de Deus:
1) É um pastor que temconsciência de que Deus o chamou não governar o povo com rigor, mas para cuidar do seu povo;
2) É um pastor que cuida da sua própria vida, antes de cuidar do povo de Deus. Ele prega a si mesmo, antes de pregar ao povo. Sua vida é o seu mais eloquente sermão.
3) É um pastor que é exemplo vida, piedade para o seu próprio rebanho. Ele nada considera a vida preciosa para si mesmo para velar pelo rebanho. Ele dá a sua vida pelo rebanho.
4) É um pastor que pastoreia TODO o rebanho: as ovelhas dóceis e as indóceis.
5) É um pastor que compreende que a igreja é de Deus e não dele. Deus nunca nos passou procuração para sermos donos do rebanho. A igreja é de Deus.
6) É um pastor que compreende que a igreja custou muito caro para Deus, o sangue do seu Filho. A igreja é a Noiva do Filho de Deus. A igreja é a Menina dos Olhos de Deus. Ele tem zelo pela igreja.



IV. A EXCELÊNCIA COM QUE O PASTOR DEVE EXERCER O SEU PASTORADO – V. 151. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com conhecimento
• O pastor é um estudioso. Ele deve ser um erudito. Ele precisa conhecer a Palavra, alimentar-se da Palavra e pregar a Palavra.
• Paulo diz que deve ser considerado digno de redobrados honorários aqueles que se afadigam na Palavra. Precisamos estudar até à exaustão.
• Precisamos cavar e oferecer ao povo de Deus as insondáveis riquezas de Cristo. Somos mordomos: precisamos oferecer um cardácio apetitoso, balanceado.
• As cátedras seculares envergonham os púlpitos. Precisamos nos apresentar como obreiros aprovados. Precisamos realizar o ministério com um padrão de excelência.



2. O pastor deve apascentar o rebanho de Deus com inteligência• Inteligência significa com sabedoria, com sensibilidade. Sabedoria é usar o conhecimento para os melhores fins. Precisamos tratar as ovelhas de Deus com ternura. Paulo diz que o pastor é como um Pai e também como uma Mãe.
• O pastor chora com os que choram e festeja com os que estão alegres.
• O pastor é trata cada ovelha de acordo com sua necessidade, com seu temperamento, com seu jeito peculiar de ser. Ele é dócil com as crianças como Jesus que as pegou no colo. Ele trata os da sua idade como irmãos e aos mais velhos como a pais.
• Uma coisa é amar a pregação, outra coisa é amar as pessoas para quem pregamos.



CONCLUSÃOQue você continue sendo um pastor segundo o coração de Deus, que apascenta o rebanho de Deus com conhecimento e inteligência. Amém!
                 


Por Hernandes Dias Lopes
Via Rede Metodista

As juventudes da Assembleia de Deus Vitória em Cristo dos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Norte celebraram, nos dias 15, 16 e 17 de julho, seu 41º congresso, realizado na Advec Penha (RJ), templo sede, no estacionamento trapiche. O louvor ficou por conta do coral e orquestra JVC e de Aline Barros, Discopraise e Anderson Freire. A Palavra foi ministrada pelos pastores Jarmuth Jordão, Alexandre Rangel e Jocymar Fonseca. Cerca de quatro mil pessoas compareceram ao evento por noite.
 
Estampado nas blusas, o tema Somos um baseou-se no texto de João 17.20,21. “A escolha do tema foi perfeita. Declarar que em Cristo Jesus não só a juventude da Vitória em Cristo, mas os cristãos em geral devem ser um”, disse Uanderson Pereira, líder dos jovens da filial de Coelho da Rocha. “O tema foi bem sugestivo. Lembrei-me da Marcha para Jesus. Todo o povo unido em um só propósito”, comentou Jone Diony, líder da juventude de Campo Largo (PR). “Na verdade o tema nos escolheu. Nossa juventude tem experimentado o real significado da palavra unidade”, disse o líder geral da Juventude Vitória em Cristo, pastor Paulo Rosa.

Na abertura do evento o pastor Jarmuth Jordão, da Advec Recreio (RJ), pregou sobre o tema do Congresso. “Essa foi a última oração de Jesus antes da crucificação. Ele rogou, pediu, insistentemente, pela nossa unidade, para que o mundo possa acreditar que Deus enviou o Salvador”, frisou o pastor.
 
No sábado de manhã (16/07), o pastor Silas Malafaia e a Dra. Elizete Malafaia participaram da programação Solta o Verbo, respondendo a várias perguntas dos jovens. “Nós amamos vocês como filhos e queremos muito vê-los bem-sucedidos em todas as áreas, pois a vitória de vocês é a nossa vitória”, comentou o pastor Silas. À noite, o pastor Alexandre Rangel, da Advec Curitiba (PR), falou sobre várias etapas do processo de formação do cristão como vaso na mão do oleiro, que é Deus. “Os vasos são para nobres propósitos. Somos uma ideia original de Deus. Nada na sua história ficará inacabado. Seu futuro e seu sucesso têm uma explicação”, concluiu.

No encerramento do Congresso, o pastor Jocymar Fonseca, da Igreja do Nazareno em Campinas (SP), citou o texto de Gênesis 26.25 e ensinou: “Como jovem, você tem de aprender a cavar poço, edificar a sua casa, fincar raízes e construir a sua história. Edifique com grandeza, debaixo de autoridade e ordem. A entrega total da sua vida a Deus é o segredo para Ele cumprir os Seus propósitos em você”. Centenas de jovens foram à frente renovar a sua aliança com o Senhor e ofertar a sua vida a Ele. O coral encerrou em grande estilo, levando todos à adoração ao som do refrão musical “pra sempre seremos um”.
 
 
Fonte: Vitória em Cristo
O SBT pode vender parte de suas madrugadas para a Igreja Mundial do Poder de Deus, do pastor Valdemiro Santiago (foto) por R$ 300 milhões por ano.

Está próximo o desfecho de um dos maiores e mais rentáveis negócios da TV brasileira em todos os tempos. Após meses de negociação, o SBT acenou que pode vender parte de suas madrugadas para a Igreja Mundial do Poder de Deus, do pastor Valdemiro Santiago. Segundo esta coluna apurou, o valor pedido à igreja foi de R$ 300 milhões por ano.

Curiosamente, não é o enorme valor que emperrou as negociações. Emissários do líder da Igreja Mundial já haviam chegado a essa quantia no final do ano passado, mas a oferta era por todas as madrugadas da semana.

O problema é que Silvio Santos não aceita isso. A contraproposta do SBT foi de vender 4 horas (das 2h às 6h) de segunda a quinta. Madrugadas de sexta para sábado, domingo e segunda continuariam com a programação do SBT.

Santiago, líder da igreja evangélica que cresce mais rapidamente no Brasil, está reavaliando o acordo. Cansado de falar com executivos da emissora, o religioso tentou fechar o acordo diretamente com Silvio Santos dias atrás. O empresário, no entanto, vem se esquivando.

Santiago tem pressa porque um acordo lhe permitirá sair do canal 21 (Band), ou mesmo reduzir seu espaço. Hoje a Mundial do Poder de Deus paga entre R$ 4 milhões e R$ 6 milhões para a Band. Esse dinheiro seria melhor investido no SBT, um canal com muito mais público.

Procurado, o SBT não comentou. O pastor Valdemiro Santiago também se recusa a falar com a imprensa.

Caso esteja se perguntando, sim, esta coluna é a Ooops! mesma que deixou de ser publicada em janeiro de 2005, e que agora voltou. Exclusividade do F5, o site de diversão da Folha.

Fonte: Folha.com

terça-feira, 26 de julho de 2011


"Qual o significado da expressão 'Ale­luia'?"
Com a grafia "allelujah", de origem aramaica e significando louvai ao Senhor, essa palavra passou à igreja cristã através da Versão dos Setenta. O termo original hebraico "hallelu-yahweh", louvai vós. "yah", forma abreviada de "yahweh", ocorre vinte e quatro vezes nos salmos e é variante de termos com a mesma significa­ção que não parecem pertencer ao mesmo texto, mas incursões alheias durante a lei­tura, por efusão da alegria espiritual do ouvinte, tanto quanto nos dias atuais se ouve em nossas reuniões. Por isso, ocorrem tan­to no início como no meio ou no fim dos salmos, dando a entender que o tradutor registrou na transição o fato de se ouvirem essa palavra por ocasião da leitura. Pode também ser uma conclamação - ainda alheia - para que os ouvintes glorifiquem a Deus enquanto se faz a leitura, tanto no templo, como nas sinagogas, ou na igreja cristã. Essa expressão de fervor e gratidão espiritual encontram-se nos salmos 104,105,106,111,112,113,114,115,116,117, 118,135,136,146 a 150. A sugestão dos sal­mos com a expressão Aleluia é que eram cantados em ocasiões especiais de adora­ção nas sinagogas. "Os salmos 113-118 eram cantados na festa da Páscoa, do Pentecoste, dos Tabernáculos e da Dedicação, sendo que na primeira delas, os salmos 113 e 114 eram entoados antes das refeições, enquanto que os 115 a 118, após o terceiro cálice. (Conferir Mc 14.26.) Os salmos 135 e 136 eram entoados no sábado e o Grande Halel (SI 146 a 150), juntamente com o SI 145, eram entoados nos cultos matutinos" - HLE, Douglas. Em nossas igrejas, embora a maioria dos irmãos desconheça a etimologia da expressão, ficam movidos pelo Espírito Santo ao exclamá-la em voz alta, sentindo um reforço espiritual avivalista que vivifica as reuniões. As igrejas onde o louvor de Deus é cultivado per­manecem ativas, enquanto que nos tem­plos onde se combate o entusiasmo do po­vo, há uma carência de vida espiritual. Portanto, louvai ao Senhor - Aleluia!
O método devocional, a meta final de todo estudo da Bíblia é a aplicação e não a interpretação. Considerando que Deus quer mudar nossa vida por sua Palavra, é importante aprender a aplicar a Escritura em nossa vida antes de aprender outro método de estudo da Bíblia.
O método devocional envolve tomar uma passagem da Bíblia, grande ou pequena, e meditar nela com devoção até que o Espírito Santo lhe mostre um meio de aplicar a verdade na sua vida de modo que seja pessoal, prático, possível e mensurável. A meta é você levar a sério a Palavra de Deus e ser "praticante" do que ela diz (Tgl.22).
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